HS Consultores na revista 250 Maiores Empresas do Distrito de LEIRIA

Juntamente com a edição do JORNAL DE LEIRIA chegou hoje às bancas a revista “250 Maiores Empresas do Distrito de Leiria”, que dá a conhecer as maiores e melhores empresas da região, através da análise de dados referente ao ano de 2019, não sendo assim possível à data obter os reflexos da impactante pandemia.



Sendo uma revista focada nas empresas, a HS Consultores teve a oportunidade de exprimir através das palavras da CEO Helena Santos, a conjuntura sócio económica que a nossa região atravessa, bem como as oportunidades de investimento futuras que irão surgir, derivadas do novo Quadro Comunitário 2020-2030.




O Quadro Comunitário que se avizinha, além de ser uma oportunidade para a excelência da economia nacional como um todo, será também um momento de desafio e superação. No momento crítico atual, aponta a reindustrialização assente na tecnologia, a digitalização de processos, produtos e serviços, a busca pela inovação, o 5G e o foco na sustentabilidade como fatores que fazem com que os mercados, as empresas e a própria sociedade se tornem mais competitivos e exigentes.

Está prevista uma dotação orçamental de 57,9 mil milhões de euros para Portugal para a próxima década.

No que respeita às verbas, há que definir a sua proveniência, montantes e períodos de aplicação, dado que à transição entre quadros comunitários acrescem os demais mecanismos de apoio à recuperação da economia no contexto. Tentando simplificar:
* existe ainda uma verba de 12 mil milhões de euros do Portugal 2020, que terminará em 2023;
* o PRR – Plano de Recuperação e Resiliência tem uma dotação prevista de 15 mil milhões de euros, com uma duração de seis anos e sobrepondo-se em três anos ao Portugal 2020;
* o novo Quadro Financeiro Plurianual (2021/2030) terá uma dotação de 29,8 mil milhões de euros

Verifica-se assim, que entre 2020 e 2023 serão acionados diversos mecanismos de financiamento à nossa economia, abarcando desde o sector privado, ao público e à forma como Portugal é encarado no contexto dos 27 Estados membros. A expetativa é a de que o novo Quadro Comunitário se alinhe com as necessidades das empresas, dos empresários e da economia global.